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Gerações
Transcrevi dia desses no blog da Lilica meu diálogo com a Tati sobre as delícias de se ter uma filha. Realmente não tem como descrever com palavras. Muito melhor até do que comer uma bomba de creme com cobertura de chocolate bem geladinha, hehehe.
Quando fiquei grávida quase pirei pensando que jamais seria uma boa mãe, que não ia dar conta do recado emocional da coisa (o lado físico nunca tive dúvidas), de que não saberia amá-la o suficiente, etc, etc... Tenho aprendido a ser mãe dia-a-dia, cada dia aprendo algo diferente e como foi ontem, nem sempre é hoje.
Quando Alix estava na minha barriga ficava me perguntando qual era o “objetivo” da educação dela (sim, é importante termos objetivos na vida). Aos poucos fui pensando que a queria independente e dona do próprio nariz, Tati me disse que o melhor era desejar que ela fosse plena, mas no fundo, penso que tudo se resume em ser feliz, gostar de si mesma e da vida. Objetivo árduo, esse.
Levando tudo isso em conta, creio que a melhor coisa que posso fazer por ela é dar exemplo, cuidar da minha vida, ser feliz. Essa é a melhor maneira de ensiná-la a cuidar da sua vidinha e a gostar de viver.
Digo isso porque foi com minha mãe e com minha avó que aprendi o quanto é bom e necessário saborear a vida e também quais as conseqüências de não alimentarmos essa fome dentro de nós.
Que esse legado também fique para minha filha!
Escrito por Kathleen às 16h40
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Egoísmo
Passei bom tempo da minha vida pensando em como seria diferente se as pessoas a minha volta fossem diferentes. Quanta bobagem numa frase só. Aos poucos fui descobrindo que ao outro não podemos mudar, só a nós mesmos. Logo seguida, aprendi também que limite nunca é para o outro, e sim para nós mesmos. O que permitimos e o que não permitimos. Nunca pelo outro, sempre por nós.
Aprendemos quando crianças que egoísmo é algo ruim, do mal. Também aprendi que não é bem assim. Que como tudo na vida, esse “sentimento” tem dois lados e, algumas vezes pode ser saudável, e por que não dizer necessário a sobrevivência.
Quando dei esse novo sentido ao “egoísmo”, aprendi como é gostoso estar com o outro por nós mesmos, porque gostamos, porque nos faz bem, porque desejamos. Estou aprendendo, antes tarde do que mais tarde, a me por em primeiro lugar na minha vida, a ser feliz hoje, e graças a esse meu “egoísmo” tenho feito as pessoas a minha volta mais felizes e melhores.
Escrito por Kathleen às 16h40
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Minha mãe costuma dizer que não existe distância, existe sim, falta de dinheiro!! Achei ótima essa frase, muito pertinente ao meu estado atual. Saudade? Algumas vezes é um túnel escuro e gelado, outras vezes, basta a lembrança de um sorriso, o som de uma voz, o cheiro de um perfume e parece que estamos em salas vizinhas novamente.
Após a tempestade sempre vem bonança, assim, minha vida está finalmente entrando nos eixos novamente. Este blog tem o objetivo de falar para as paredes o que muitas vezes não consigo falar por pura falta de público por aqui. Falar o que vai dentro da alma...
Escrito por Kathleen às 16h51
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Eu sou chata!
Depois de algumas horas pentelhando do Paulo, finalmente aqui estou!!!
Escrito por Kathleen às 21h46
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